Conheça a jovem de 17 anos premiada por mudar a forma de detectar o Ebola

Conehce Olivia Hallisey? Ela tem 17 anos e ganhou 50 mil dólares no prêmio da Google Science Fair em pesquisa que mudou os rumos de identificação do Ebola

Você já ouviu falar em Olivia Hallisey? Ela tem apenas 17 anos e já ganhou 50 mil dólares no prêmio da Google Science Fair. O motivo está relacionada com teste da área da saúde, mas especificamente do Ebola – lembra que escrevemos por onde ele anda?

O grande trunfo de Olivia por ter conseguido desenvolver um texto rápido, prático e econômico que detecta o vírus ebola em situação de melhor custo benefício do que os testes da Indústria Farmacêutica até então conhecidos.

O surdo do Ebola abalou o mundo e, principalmente países da África Subsariana. Antes do desenvolvimento de testes por Olivia, para se detectar o vírus Ebola era necessário uma equipe médica especializada, além das dificuldades financeiras e de condições ideias de refrigeração; o que nem sempre é possível para países pobres ou subdesenvolvidos.

O que tem de especial no teste de Ebola premiado pelo Google?

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Olivia Hallisey tem 17 anos e ganhou 50 mil dólares no Google Science Fair por mudar a forma com que se detecta o vírus Ebola. Fotos da reportagem: Divulgação

O teste criado pela jovem pesquisadora Olivia pode ser armazenado em temperatura ambiente por até 3 semanas. Como se isso já não fosse ótimo e ajudasse muito no processo de detecção do vírus Ebola, o teste premiado no evento de ciência do Google consegue revelar o resultado em apenas 30 minutos, além de só custar 25 dólares.

O que Olivia Hallisey disse sobre sua criação?

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“Nós temos que trabalhar em conjunto para encontrar respostas para os enormes desafios que ameaçam a saúde global, o nosso ambiente e o mundo”.

Além disso, sobre seu projeto de detectar o vírus ebola com pouco dinheiro e muita agilidade, Olivia pretende incentivar outros estudantes e jovens a seguires suas aptidões e sonhos: “Gostaria apenas de incentivar as garotas a experimentar, lembrar que elas não precisam se sentir naturalmente atraídas ou ter um talento especial para Matemática ou Ciências, basta realmente olhar para algo que estão interessadas e depois pensar em melhorar ou tornar mais agradável, ou relacionar ao seus interesses”. Explicou a jovem estudante durante o evento da premiação.

Fonte: Greenwich Time

No vídeo a seguir, Olivia explica (com recortes de papel) o mecanismo do exame que criou:

https://www.youtube.com/watch?v=O89UC5ZQ5k0

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