Para nosso cérebro, marcas e rostos são decodificados de forma bem semelhante

Você sabia que nosso cérebro não diferencia muito bem um rosto de uma propaganda? Entenda como isso pode ser usado a favor da publicidade para nos enganar

Pesquisadores alemães da Leuphana University publicaram recentemente uma pesquisa no mínimo estranha: Para nosso cérebro, marcas e rostos são decodificados de forma bem semelhante. Exagerando um pouco esse dado, seu irmão, aquele ator famoso a Coca-Cola ou o Google seriam informações interpretadas de forma semelhante dentro de sua cabeça.

Essa pesquisa faz parte uma outra série que estuda comportamentos de compra dos seres humanos a psicologia. De acordo com os pesquisadores Anne Lange e Rainer Höger, quando se entende o funcionamento do nosso cérebro, os efeitos de uma propaganda pode ser bastante potencializados, por exemplo: se um produto é apresentado nas mãos de uma celebridade que sorri, ele certamente venderá mais.

Segundo divulgação do Psys.Org, quando nosso cérebro tenta decodificar um rosto ou uma marca, são basicamente essas duas perguntas que precisam ser respondidas. Os voluntários da pesquisa de percepção de nosso cérebro precisavam julgar as logomarcas utilizando os mesmos conceitos que usamos para classificar humanos, dizendo quais delas eram confiáveis, carinhosas ou dominantes.

Que perguntas eram centrais na pesquisa do cérebro e comportamento de compras?

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A pesquisa divulgada sobre nosso cérebro, apresentou aos voluntários 18 imagens de rostos humanos gerados no computador. Algumas perguntas norteadoras do estudo: qual rosto inspirava confiança? Qual inspirava força?

Por que o cérebro humano decodifica pessoas e marcas de forma semelhante?

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O artigo completo dessa pesquisa, com título de “Do Brands and Faces Share the Same Perceptual Space?“, em tradução livre (Marcas e Rostos dividem a mesma percepção no espaço?) pode ser lido em inglês na versão completa neste link.

De acordo com os pesquisadores Anne e Rainer, um rosto impresso e uma embalagem estampada são informações bidimensionais, e confundem nosso cérebro. Por isso é possível estabelecer ainda relações entre a publicidade e gestão de marcas.

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FontePsys.Org
Imagens: Divulgação
Universidade: Leuphana Universität Lüneburg

 

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