Perereca que brilha no escuro foi encontrada na Amazônia

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Pesquisadores descobriram que um anfíbio da Amazônia é a primeira rã fluorescente conhecida do mundo. Brilhando em um verde quando posicionado sob luz UV, os cientistas pensam que o truque pode realmente ser bastante comum entre os anfíbios, é que eles não tinham pensado em olhar, até agora.

A rã minúscula em toda sua glória verde. Taboada et ai. 2017

A bioluminescência, na qual as criaturas produzem luz através de processos químicos, é bem documentada nos vertebrados, particularmente peixes. Já a fluorescência em anfíbios é muito mais rara. A fluorescência envolve a capacidade de absorver a luz e, em seguida, reemiti-la em comprimentos de onda mais longos, o que significa que eles tendem a brilhar uma cor verde ou amarelo.

A rã é encontrada em grande parte da floresta amazônica. Taboada et ai. 2017

Não está claro por que a Hypsiboas punctatus têm essa capacidade, embora possíveis explicações incluam comunicação, camuflagem e atração de parceiros sexuais.

Quase não se sabe sobre o sistema visual desse animal, de forma que os pesquisadores ainda precisam determinar se eles podem ver sua própria fluorescência.

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O próximo passo é verificar a fluorescência em 250 outras espécies de rã semelhantes, que têm a pele translúcida como esta.

A equipe publicou um artigo sobre a descoberta na edição de 13 de março da Proceedings da National Academy of Sciences.

 

Fonte: IFLScience.

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[…] toda perereca é grudenta haha. E com os anfíbios também é assim, portanto é mentira que as pererecas grudam […]